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O Plano Municipal de Educação (PME), elaborado pelas secretarias de educação dos municípios, tende a seguir as mesmas diretrizes estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado pela Lei Federal nº 13.005, de 25 de junho/2014.


Porém, devido aos impactos causados pela pandemia do novo Coronavirus, a implementação do PME, foi bruscamente afetada. Diante desse novo cenário no contexto educacional, os dirigentes municipais de educação tiveram que criar novas estratégias para o cumprimento das diretrizes e respectivas metas previstas no Plano Municipal de Educação de suas cidades.


Todos as questões relacionadas a proposta pedagógica, modelo de ensino, recursos tecnológicos disponíveis, infraestrutura, entre outros instrumentos abarcados pelo PME, precisaram ser revistas. Nessa perspectiva, um estudo realizado pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME) apontou que alguns dos maiores desafios enfrentados pelos gestores municipais de educação estão relacionados a infraestrutura e acesso à internet.


Abaixo, seguem sugestões de ações que as secretarias podem realizar para otimizar a gestão dos processos internos:

  • Acompanhar a implementação do Ensino Hibrido criando fluxos para que a aplicação seja efetiva;

  • Implantar sistemas de gestão por conteúdo para indexação e taxonomia da Base Nacional Comum Curricular (BNCC);

  • Promover formações aos profissionais da educação de acordo com as demandas de cada escola;

  • Intensificar o monitoramento dos indicadores educacionais no intento de traçar estratégias para o alcance das metas do PME;

  • Criar indicadores de integração institucional para as unidades educacionais a fim de mensurar o engajamento entre os segmentos escola e família;

  • Relacionar os recursos tecnológicos e seus custos de acordo com o planejamento orçamentário previsto à aquisição de materialidade;

  • Sugerir às unidades escolares a elaboração de novos currículos visando reduzir a defasagem do ensino-aprendizagem nas diversas áreas do saber;

  • Adotar o uso amplo de metodologias ativas e gameficação como recursos indispensáveis para melhoria da aprendizagem;

  • Mapear as escolas que não atualizaram suas propostas pedagógicas e reforçar a importância da construção democrática dos projetos.

  • Promover integração entre as secretarias de educação para que elas conheçam a realidade de cada dirigente e, assim, poderem adotar as mesmas ações na resolução dos problemas.

Diante das intensões apresentados acima, o gestor municipal deve orientar sua equipe a partir da análise dos dados coletados nos mapas socioeducacionais. Por conseguinte, faz-se necessário acompanhar a evolução de todas as ações de natureza emergencial adotadas desde o início da pandemia até os dias atuais, no cumprimento do PME.


Outra forma de atingir as metas determinadas no Plano Municipal de Educação é promover, entre as secretarias de educação que possuem um perfil socioeducacional similar, discussões entre os gestores municipais acerca dos problemas existentes no setor. Com isso, os dirigentes terão um banco de ideias que poderão compartilhar entre si a fim de encontrar soluções para diversos desafios.


A Carta Consulta Educação Básica, empresa de consultoria que atua há mais de 20 anos no setor educacional, vem trabalhando no sentido de promover discussões, formações e oficinas para os dirigentes municipais com propósito de contribuir para a melhoria da educação na sociedade.


Por isso, conte conosco para assessorá-lo(a) na implementação de ações colaborativas visando alcançar as metas do Plano Municipal de Educação da sua cidade.


por: Claudia Maciel Murta, especialista em Projeto Político Pedagógico e Gestão Estratégica








Quais são os maiores desafios das instituições para desenhar um ciclo adequado das ações relacionadas à atração, captação, formação da comunidade e gestão da permanência? Por onde iniciar? Quais são os setores envolvidos? Em quanto tempo? Isso envolverá a organização educacional como um todo?


Compartilhamos abaixo algumas questões e conceitos fundamentais para as ações que envolvem a captação e retenção de alunos.


A identidade, as informações exponenciais e a experiência.


O mundo passa por uma metamorfose onde novas competências são exigidas. O ritmo para alinhar capacidades, ideias e novos modelos de negócio diante da crescente expansão informacional e todas mudanças ocorridas entre a relação competitiva ditam o compasso atual do que podemos considerar como a nova interface das organizações. Com essa "meta dinâmica" em curso existe a necessidade de uma reflexão sobre quais serão as visões e ações alinhadas ao novo ambiente de ampliação de oportunidades. É preciso provocar mudanças e encarar realidades mais próximas ao comportamento das novas gerações e toda relação diante dos fatores econômicos, sociais e globais. Precisaremos de agilidade, inovação e capacidade para configurar perspectivas necessárias às transformações ocorridas nos modelos de negócio, operações, ciclos de relacionamento e experiência exigentes ao momento atual onde modelos organizacionais tradicionais serão constantemente avaliados.


A identidade como dado principal.


Afirmar os valores já percebidos e construir significado nos canais online e off-line torna-se ordem fundamental. Criar, dirigir e codificar a tradução da identidade de bens e serviços é tarefa que precisa atentamente aprimorar o diálogo entre a comunidade e a experiência desenvolvida através de pontos de contato e canais de relacionamento. É necessário dar sentido, comunicar e "ressignificar" valores já potencializados pelas relações nesse ambiente híbrido e desenvolvedor da linguagem potencial da marca e organização.


Canais, relações e comunidade.


Com uma atuação desenvolvida nos meios físicos e digitais e focada para uma atividade voltada à escuta e a colaboração, torna-se vital a estruturação dos canais de relacionamento integrados ao panorama da linguagem, comunicação, design e interface das organizações.

Sendo assim, os componentes dessa nova ordem de canais e relações partilham de um ambiente de performance simultânea, onde "relacionamento" e "data" estão integrados ao planejamento, acesso, aquisição e otimização de informações estratégicas, vindas da experiência dos usuários, clientes e "stakeholders".


O aprendizado e as informações exponenciais.


É preciso pensar no momento "data-design" e desenvolver o plano estratégico alinhado às perspectivas dessa nova ordem, onde o ambiente da "interpretação" estará intrincado ao universo do desenho, do projeto e de toda a construção da "experiência omnichannel" produzida em tempo real e de maneira exponencial.

Dessa interação surgirá a oportunidade do aprendizado constante, capaz de transformar as informações em desenvolvimento de novas relações e práticas de gestão.


Nesse território sem limites para a convivência e troca, os "novos ambientes" nascidos dessa dualidade "físico virtual" em constante aprimoramento estarão atentos em transformar toda essa aquisição de dados estratégicos em informação válida, mútua, atualizada e necessária à evolução e sobrevivência da organização, marca.

Teremos um grande potencial de aprendizado se reunirmos como elementos catalisadores à inteligência de dados a gestão da experiência de bens e serviços, onde o engajamento e a noção de comunidade produzirão informações em tempo real, agilizando processos e capacidades de novas interações, indicando ciclos exponenciais de aprendizado, relacionamento, colaboração e compartilhamento.


Todo esse composto de relações objetiva a consolidação de novas experiências, contribuidoras e gestoras de conteúdos nascidos da própria comunidade, para uma construção de valores de identidade e marca colaborativos e focados em experiências reais.


No MBA Administração Acadêmica e Universitária discutiremos juntos sobre o que os gestores precisam desenvolver como "projeto de experiência" para o atendimento a consumidores conectados, exigentes e que ao mesmo tempo migram valores e relações do ambiente físico para o online.


André e Leonardo Martins Cardoso



As avaliações institucionais volta e meia se transformam em problemas, e não em indicadores de soluções para as IES. O comportamento defensivo diante deste momento estratégico paralisa os gestores e suas equipes.


A solução é um processo amplo de esclarecimento sobre a importância da avaliação, mas não apenas na retórica. É importante reunir a equipe, esclarecer sobre os aspectos que envolvem a avaliação, se conteúdo, seu formato, sua forma de aplicação e, principalmente, falar das ações que ela desencadeia no processo de gestão.


Pessoas – alunos e profissionais da organização – participam mais ativamente das avaliações na medida com que se engajam no processo. Ao longo do tempo, esclarecimentos e feedbacks constantes constroem a base de toda avaliação de sucesso: a confiança. Isto só é possível com uma construção participativa, ouvindo a equipe desde o processo de elaboração até a discussão dos resultados.


A Avaliação nas Instituições de Educação Superior é tema de um dos módulos do MBA Administração Acadêmica e Universitária, que está com as inscrições abertas para a 18ª turma. Quer saber mais sobre o curso? Clique aqui.

Dênio Magno

Professor do MBA Administração Acadêmica e Universitária


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